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Blog do José Mendes
 


marchinha de carnaval que estou tentando fazer...

Já prenderam o UÊ,

E o careca PC,

Prenderam o FB e também o LC,

Até quem pagou pra vêr e artista da TV,

Agora só falta você.

Agora só falta você.

Agora só falta você.

 



Escrito por José Mendes às 14h47
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Rio Mon Amour

Prédios caindo, bueiros explodindo, apagões... Começou o verão carioca! Que venham os blocos, o carnaval, o desfile das escolas de samba, as musas da Sapucaí, as praias e hotéis lotados de turistas e o sorriso novamente estampado na face do carioca! Claro que sem esquecer que tem muita coisa já feita pelas nossas autoridades e ainda por fazer para melhorar a nossa cidade maravilhosa...



Escrito por José Mendes às 14h44
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"Todo bandido, canalha, pilantra e safado treme de medo quando ouve a palavra justiça. Enquanto que o justo na palavra justiça se regozija".



Escrito por José Mendes às 19h37
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BBB 12. Começou a brincadeira...



Escrito por José Mendes às 21h57
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Enviado por Equipe de Rio -
10.01.2012|
20h42m

Ficha Limpa é regulamentada no Rio

A regulamentação da Ficha Limpa para o alto escalão da administração pública dos três Poderes no Estado do Rio foi publicada no Diário Oficial do Poder Executivo desta terça-feira. Assinada pelo deputado Nilton Salomão (PT) e aprovada em dezembro pela Assembleia Legislativa do Rio, a lei complementar, que define critérios e lista as nomeações submetidas à avaliação prévia, impedirá a nomeação em cargos em comissão da Administração Direta e Indireta de ex-membros de Parlamentos (federal, estadual e municipal) e ex-governadores e vice-governadores que perderam seus mandatos/cargos. 

Além disso, a lei vedará os que já tenham representações contra si, julgadas procedentes pela Justiça Eleitoral – em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado –, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político e os condenados por diversos crimes. A Ficha Limpa estadual também vai impedir a nomeação de ex-gestores com contas rejeitadas, entre outros. Para todos os casos, a proibição valerá pelo prazo de oito anos.



Escrito por José Mendes às 20h55
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Alerta Maximo!

Alerta Maximo!

 Uma tempestade de grandes proporções se aproxima do estado do Rio de Janeiro. Os quartéis militares já estão de prontidão e estão aquartelando os soldados há espera do pior. Segundo informações de especialistas a área mais afetada do estado será a Baixada Fluminense. Existe a possibilidade de um sub-bairro inteiro desaparecer na enxurrada no distrito de Xerém. É salve-se quem puder! Principalmente quem mora próximo de encostas e rios. Se o povo não sair destas áreas será a maior tragédia da história dos desastres naturais do Estado do Rio de Janeiro e talvez do Brasil!!!



Escrito por José Mendes às 20h20
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Saiu no O DIA Rio:

Picciani: ‘Todo mundo quer ser candidato, mas quando faz acordo tem que valer’

Rio - O presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, mantém em sua mesa um mapa do Estado do Rio e tem sempre à mão pesquisas de intenções de votos que já conduzem o partido do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes rumo às alianças para as eleições municipais de outubro. Nem precisaria. O estrategista do PMDB tem, de cabeça, boa parte das informações de que precisa para partir para cima dos adversários. Velha raposa política fluminense, Picciani não gosta de quem não cumpre acordo e jura que não mistura amizade com política. Aos peemedebistas do estado, avisa: “O partido tem um estatuto, uma comissão de ética”. Vale para soldados e generais do PMDB, presidente? “Principalmente para os generais.”

Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia
Picciani, com mapa do estado: planejamento do PMDB é eleger prefeitos em 45 cidades | Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia

O DIA: O PMDB vai apoiar candidatos do PT em quais municípios?
JORGE PICCIANI — O PMDB apoiará candidatos do PT em Paracambi, Paraty... Em Quissamã, nosso candidato Arnaldo Mattoso talvez seja vice também. Foi feito um acordo político. Todo mundo quer ser candidato, mas quando faz acordo, tem que valer.

E em Niterói?
Vamos apoiar o prefeito Jorge Roberto (Silveira), do PDT. Ele apoiou o PMDB na eleição majoritária — para governador e senador em 2010 —, doente e com o problema do Morro do Bumba (favela onde mais de 40 pessoas morreram em deslizamento). Isso nos levou a assumir o compromisso de apoiar a reeleição.

Mas o governo dele está mal avaliado...
O argumento de que ele não está bem não é político. Eu sou avalista dos acordos do partido. Não mudo de opinião em função das adversidades. Vai nos caber ajudá-lo a melhorar a administração.

Na prática, o que significa ajudar a melhorar a administração em Niterói?
Numa aliança, você sugere melhorias. Ele teve dois episódios (que o prejudicaram), um pessoal e um político. Houve o desabamento do Bumba e ele teve um câncer. A questão do Jorge Roberto também tem um simbolismo grande porque o Cabral fez campanha duríssima a favor do (atual secretário estadual de Assistência Social e pré-candidato do PT) Rodrigo Neves (em 2008). Perdeu e estabelecemos uma relação administrativa que avançou para a relação política. Sou amigo pessoal do (secretário estadual de Trabalho e pré-candidato do PSD) Sérgio Zveiter. Sou amigo pessoal da família. O Cabral me perguntou: “Picciani, e o Zveiter?” Eu disse: “Não tenho esse compromisso”. Uma coisa é o Jorge Picciani, outra é o presidente do PMDB, que não sentou em momento nenhum com o Sérgio Zveiter, o Rodrigo Neves, nem com seus partidos e fez nenhum compromisso.

A dupla Zveiter e Rodrigo Neves é a aliança desejada pelo governador Sérgio Cabral para Niterói?
É uma vontade pessoal, nos cabe respeitar. São pessoas com quem ele está convivendo, que são secretários dele. Agora, o governador não interfere nas questões partidárias. Ele pode opinar, tem representantes dele nas decisões da Executiva e depois desses anos todos deve confiar nas minhas posições. Ele me visitou no hospital para me oferecer se eu queria ir para ministro. Eu disse: “Não quero ter função pública, vou presidir o partido”. Eu presido o partido, e o patrimônio desse partido, da política, é cumprir os compromissos. Mas algumas alianças podem ser desfeitas. Não vamos levar o partido ao suicídio. Se cometerem erros que não podem ser justificados, não temos que afundar num barco que não remamos.

Em Angra dos Reis, o candidato continua sendo o prefeito Tuca Jordão, do PMDB?
Vamos definir este mês. Avança para a candidatura do deputado federal Fernando Jordão (também do PMDB, rompido com Tuca).

A expectativa é eleger quantos prefeitos?
Trabalho com 45. Falta combinar com o eleitor. (risos)

Na capital, a conta de 18 partidos com o prefeito Eduardo Paes inclui PV e PPS?
O PV tem um ato de vontade nossa, mas nenhum indicativo deles. Temos a possibilidade de trazer o PPS, desmontando um pouco a aliança de 10 anos com PSDB e PV.

Qual é a chance de o PPS apoiar o Eduardo Paes?
Mais de 90%. Foram feitas todas as conversas. O (vereador) Paulo Pinheiro, que era contra, saiu (para o PSOL).

Como o senhor avalia as pesquisas sobre o Rio?
Se somar todos (adversários), dá 30%. Sem o (senador Marcelo) Crivella (PRB), o Eduardo dá de três para um (na soma dos outros). A eleição será no primeiro turno.



Escrito por José Mendes às 09h51
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Saiu no O DIA Rio:


O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) pode dar trabalho?
É um bom candidato, mas só vai ajudar a dar mais brilho à vitória do Eduardo no primeiro turno.

Ele pode repetir a onda Fernando Gabeira (PV) nas eleições de 2008?
Não creio. Apesar de ser um rapaz com qualidades, ele é menos abrangente. O Gabeira tinha liberdade para aliança. O Marcelo fica engessado, antes de falar tem que perguntar ao partido.

Como o senhor vê a aliança entre Cesar Maia (DEM) e Anthony Garotinho (PR) na capital?
É legítima, eles têm adversários comuns.

Quem dará mais trabalho: Marcelo Freixo ou Rodrigo Maia?
Não temos muita preocupação. O Marcelo vai dar mais brilho à vitória do Eduardo, e os outros sairão menores do que entraram.

Como o senhor vê a criação do PSD?
A relação com o PMDB no Rio é quase umbilical. Tem uma decisão nacional da direção do PMDB de não entrar na Justiça (contra quem saísse do partido). Os (vereadores) que ficaram, se quiserem apoiar adversários, eu vou cortar legenda. Respeito as manifestações, mas depois de bater a convenção, todos, desde os generais aos soldados, estarão condicionados. Não são obrigados a fazer a campanha. Se o governador não se sentir bem em apoiar um candidato, não vai. Mas fazer campanha contra o PMDB ou candidatos apoiados pelo PMDB, não acredito que os soldados nem os generais farão.

E se tiver um rebelde?
Aí, tem que ver caso a caso. O partido tem um estatuto, uma comissão de ética...

... que vale para soldados e generais?
Principalmente para os generais.

Como o governador vai fazer campanha nos locais onde a base está rachada?
O sentimento pessoal será sempre respeitado, mas a gente nunca vai imaginar que ele fará campanha em todos os municípios. Ele fará onde o PMDB tem candidato, onde apoia candidato e onde se sentir à vontade. Não há uma regra, mas o partido tem que ter uma estratégia. A partir daí, eu, o Cabral, o (vice-governador Luiz Fernando) Pezão, quem tiver voto vai fazer campanha. O que vai no coração do Cabral ele não conta.

Como assim “no coração do Cabral”?
Vou dar um exemplo. Em Nova Iguaçu, ele diz: “Apoiei tanto o (deputado federal Nelson) Bornier na eleição anterior (para prefeito), e ele foi fazer campanha para o (José) Serra (PSDB). Eu pedi tanto para fazer para a (presidenta) Dilma (Rousseff)”. É uma campanha que ele (Cabral) começa sem muita vontade de fazer. Mas, quando engrenar, o que vai contar é o seguinte: é importante o PMDB ganhar em Nova Iguaçu. Então, o Cabral passa a ter simpatia de novo pelo Bornier.

O que acontece se o senador Lindbergh Farias (PT)decidir ser candidato a governador em 2014?
Está no direito dele. O que eu ouço nos bastidores é que ele é candidato pelo PT ou pelo PSB. Não tenho nenhuma dúvida de que ele vai ser candidato. O PMDB vai estar aberto para aliança. Se ele quiser ser o vice do Pezão, não tem problema. Se quiser ser candidato, vamos respeitar e derrotá-lo.

O cenário para 2014 passa muito pela Baixada. Lá, PMDB e PT estão separados em vários municípios.
A eleição para prefeito, com exceção da capital, tem zero influência na de governador. Quem vai decidir a eleição de governador não é o Pezão, é o Cabral. Nós vamos ganhar em 45 cidades, mas, mesmo que perdêssemos tudo, faríamos o governador. Se o Cabral fosse candidato à reeleição, se elegeria de novo. O Cabral vai chegar na sucessão dele muito melhor. Teremos avançado muito mais na área de segurança, com menores índices de criminalidade. O Cabral fará o sucessor, e o Lindbergh tentará se tornar ainda mais conhecido para tentar a reeleição no Senado e nos derrotar depois.

O senhor considera o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, uma alternativa a Pezão?
Ele não é político, é uma pessoa da área de segurança. A grande sabedoria do Cabral é lhe dar autonomia e apoio. O partido é aberto a qualquer pessoa de bem, mas a minha opinião pessoal é que não se mistura segurança com política. O Pezão está identificado com o Governo Cabral. Na hora em que se tornar o candidato da continuidade, se tivermos índices que acham que o governo deve continuar, o Beltrame ajuda dizendo que, se for convidado, vai permanecer. Mas, se o governo for mal, não tem Beltrame, não tem ninguém. Se estiver mal, vão escolher a mim, que enfrento só pedreira. Eu sou candidato, só não sei a quê. Vamos esperar.

Em 2014, só terá uma vaga em disputa no Senado. O senhor se candidataria?
Eu seria candidato ao Senado, mas temos uma precedência, o senador (do PP Francisco) Dornelles. Se ele quiser continuar, vamos apoiá-lo. Se não quiser, abre-se uma discussão no PMDB. Se o Cabral não quiser, saio candidato. Se ele quiser, eu busco outro caminho. Minha preferência é disputar o Senado.

Voltando ao PSD, onde tem acordo?
Fizemos um acordo político que vale para 2012 e 2014 com o (prefeito de São Paulo e presidente do PSD Gilberto) Kassab, com o Indio (da Costa, presidente estadual do PSD no Rio) e com o (deputado) André Corrêa (secretário-geral do partido no Rio e líder do governo na Assembleia Legislativa).

Como fica a situação em Macaé, onde o secretário de Agricultura, Christino Áureo, é pré-candidato pelo PSD?
Em Macaé, temos candidato próprio. É o André Braga. O Christino Áureo é um rapaz ótimo, meu amigo de muitos anos, um quadro técnico maravilhoso, com nível para ser ministro da Agricultura. Ele botou na cabeça que é o ‘bola da vez’ para ganhar, mas as pesquisas mostram que não tem nenhuma chance. Quem conhece ele, não gosta. Eu sou exceção, que gosto, mas não voto em Macaé. Forte lá é o nosso adversário, o (deputado federal) Dr. Aluizio, do PV. Ele é o ‘bola da vez’. Vamos ter que bater nele até ele virar pó, senão não ganhamos. A eleição lá é muito difícil.

O PSD discute o nome do deputado estadual Wagner Montes para o Senado. O acordo vale para senador também?
O Wagner Montes sempre é pré-candidato a tudo. Nós fizemos um acordo de os partidos ficarem juntos.

Mas quem foi para o PSD foi porque não tinha legenda para concorrer ao cargo que queria.
O Wagner, se quisesse ter sido senador, poderia pelo PDT. Mas ali a convivência é muito difícil. O PDT vive um momento muito difícil. Uma das razões para eu querer apoiar o Jorge (Roberto, prefeito) em Niterói é resgatar o Jorge. Para nós, o PDT é fundamental na eleição de 2014. Se você deixa esfacelado, o PDT vai para o lado do adversário. O suplente do Lindbergh é do PDT. O Rodrigo Neves hoje é Cabral, mas, se ganhar, fortalece o Lindbergh. Eu aqui trato de partido, não tem a ver com gostar ou não gostar, ser mais simpático. Esse Rodrigo Neves tenta puxar o meu saco o tempo todo, só que o Cabral gosta e eu não gosto. São temperamentos diferentes. Cabral é muito mais educado, mais refinado. Eu estou na política, e a minha responsabilidade é levar o partido à vitória dentro da compreensão de que quem tem cacife ou não para fazer o sucessor é o sucesso do Governo Cabral. Dá tranquilidade para o Cabral governar ter um partido com quem tem experiência, seriedade e respeita acordo. Isso permite ao governo não ter que se meter nesta seara. Da mesma forma, ter alguém aqui que não usa o partido para se meter nas questões do governo é bom para o governo também.

As alianças com o PT esbarram em 2014?
Não. Eu penso o seguinte: queria apoiar o prefeito de Maricá, o Quaquá, que é do PT. Ele foi muito bacana comigo na campanha. Mas fizeram uma pesquisa, e ele tem 5% de intenções de voto, 70% de rejeição. Já o candidato do PMDB tem 35% de intenções. Aí, a simpatia tem que acabar. Não havia um acordo partidário, havia uma simpatia minha. Sou duro na negociação, senão não conduzo o partido. A questão do PT, se você pega cidade por cidade, é que não tem quadros. Lindbergh foi prefeito duas vezes em Nova Iguaçu. Quem ele preparou? Em Nilópolis, quem tem? Em Mesquita, o Artur Messias, que foi prefeito duas vezes, é meu amigo pessoal. Quem preparou para sucedê-lo? Não preparou. Então, eu vou levar o PMDB a um desastre? Não é porque eu não quero. Em Belford Roxo, o Cabral tem botado 100, 200 milhões em asfalto, e os índices (do prefeito Alcides Rolim) são desesperadores. O que vamos fazer? Brigar com todo o PMDB? Em Caxias, veio o líder do PMDB (na Alerj), deputado André Lazaroni, meu amigo querido, falar: “É minha mãe”. Eu adoro a Dona Dalva (Lazaroni, pré-candidata do PT), mas cadê? 0,2% na pesquisa. Eu falei: “Não deixa ela passar esse sofrimento. Lança ela vereadora no Rio e eu faço ser puxadora de votos do PMDB. Tira tua mãe do partido e vamos ver”. Em Petrópolis, o prefeito (Paulo) Mustrangi (PT) é excelente pessoa. Na Região Serrana, todos os políticos estão com fama de ladrão, ele não... mas é de uma inaptidão, não sai na rua,<CW-1> se esconde em casa. Sempre me tratou da melhor maneira. Me fez perder voto, porque está mal, mas sempre foi muito educado. Como vamos apoiar se temos um candidato com quatro vezes mais voto? Em Teresópolis, roubaram a cidade, destruíram a cidade, como vamos apoiá-los? Ele (Jorge Mário, expulso do PT) veio aqui, e disse: “Tenho quatro partidos me assediando, quero ir para o PMDB. Eu disse: “Arruma outro, vamos te cassar”.

São Gonçalo tem uma situação peculiar, tem dois pré-candidatos do PMDB. Como se decide?
A eleição lá é dificílima. Temos o deputado federal Edson Ezequiel e a deputada estadual Graça Matos. Em qualquer pesquisa, um ou outro está na frente. O deputado federal Neilton Mulim, do PR, apoiado pelo Garotinho, está em segundo, o deputado estadual do PSB Rafael do Gordo, em terceiro, o deputado estadual José Luiz Nanci, do PPS, em quarto, o Adolfo Konder, do PDT, apoiado pela prefeita (Aparecida Panisset), em quinto, e a Alice Tamborindeguy, do PP, crescendo. Fizemos um acordo (com PSB e PPS) para escolher o candidato com mais chance, mas tem que ser por consenso. Tem cidade onde você pode fazer intervenção, expulsar, mandar prender. Em São Gonçalo, não. A eleição é de dois turnos. Se perdemos (no primeiro), apoiamos o candidato da prefeita. Mas também queremos que ela nos apoie. São Gonçalo é diferente de tudo. É o município mais perigoso para a gente.

O Marco Antônio Cabral, filho do governador, sai candidato em 2014?
Eu acho que tem que ser puxador da legenda para (deputado) federal. Eu, como presidente do partido, o quero como candidato, mas vai depender das condições políticas da época e de onde o pai estiver. Acho que ele seria um sucesso em termos de voto, e eu estou aqui para cuidar do melhor para o PMDB. O Cabral não vai gostar (de eu falar) disso, não.

É verdade que o governador não gostou quando o senhor falou isso pela primeira vez?

Eu sempre faço a ressalva, eu falo o que eu penso, não combinei nada com eles. Eu digo sempre, aonde eu vou, quando me perguntam, eu falo as coisas que eu acho. Mas eu não combinei com ninguém, não. Mas eu continuo achando que não terá alternativa. Ele (Cabral), para eleger o Pezão, tem que se desincompatibilizar, ou (para concorrer) a vice-presidente ou a senador... E, com isso, vai resolver naturalmente a questão do anseio de uma militância imensa do partido que quer o Marco Antônio candidato.

 

Reportagem de André Zahar e Rozane Monteiro



Escrito por José Mendes às 09h51
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http://www.sidneyrezende.com

Eleição municipal de 2012 pode ser decisiva sobre sucessão em 2014

Leonardo Guedes | Rio+ | 29/12/2011 19h51

Dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o governo Sérgio Cabral conta com uma maioria de base de deputados virtualmente tranquila, uma vez que o próprio governador tem a experiência de lidar com o Legislativo, já que foi presidente da Casa durante a década de 1990. Oposição ferrenha, ele tem duas: a do ex-governador e atual deputado Anthony Garotinho (PR) e do ex-prefeito Cesar Maia.

"O governador Cabral é um governador ausente. Ele gosta do glamour do cargo, de frequentar festas, mas a gente vê ele delegando as funções para o vice (Luiz Fernando Pezão). Quando tivemos a tragédia das chuvas em Angra dos Reis, por exemplo, ele só apareceu três dias depois", avalia a deputada estadual Clarissa Garotinho, filha de Anthony, ouvida pela reportagem do SRZD. Tomando como base as polêmicas envolvendo Cabral, a parlamentar acrescenta que até mesmo a base situacionista faz críticas ao que consideram um isolamento do governador: "Há uma falta de diálogo com os movimentos sociais, com as categorias, professores, médicos, você percebe até deputados da base governista reclamando que não há diálogo. Só na época da ditadura a gente viu situações de assistirmos 400 pais de família presos porque estão reivindicando melhores salários para seus filhos", completa Clarissa.

Sobre a política de segurança pública, a filha do ex-governador e possível candidata a vice-prefeita do Rio em 2012 lembra a principal crítica dos especialistas do assunto sobre a fuga de criminosos para outras localidades sem a presença das UPPs: "Eu acho que o governo conquistou uma parte da opinião pública com a formação de um corredor de segurança na Zona Sul, mas em contrapartida estamos vendo um crescimento assustador da criminalidade na Zona Norte, Zona Oeste e na Região dos Lagos".

Além disso, Clarissa Garotinho também considera suspeito que um governo que se diz com uma situação financeira saudável tenha solicitado um número expressivo de empréstimos: A dívida não pode ultrapassaer 11,5%. O governo diz que está com uma saúde financeira ótima, mas então porque precisa de tantos empréstimos? Só este ano o governo solicitou 2 bilhões de dólares, 500 milhões de reais. A falta de transparência é total".

Aliança com DEM para 2012 deve ser selada no Carnaval, diz Clarissa

Quando perguntada sobre a possível aliança entre o PR e o DEM para as eleições municipais de 2012, a deputada frisa que ainda faltam alguns acertos: "A aliança está definida, só falta ver qual é o papel que eu vou desempenhar, porque não adianta começarmos e depois batermos cabeça. Até o Carnaval, vamos resolver isso", explica. O deputado Rodrigo Maia (DEM), filho de Cesar, deve ser o candidato a prefeito na chapa, enfrentando o possível candidato a reeleição Eduardo Paes (PMDB). A disputa no ano que vem será bastante observada para verificar as chances de Sérgio Cabral emplacar um sucessor em 2014.

Brazão: 'Paes será reeleito com ampla margem de votos'

Na avaliação do deputado Domingos Brazão (PMDB), a aliança Cabral-Paes deve continuar por mais tempo na política fluminense: "Eduardo Paes será reeleito com ampla margem de votos, não tenho a menor dúvida. Basta olhar o que está acontecendo nessa cidade. E não falo apenas de obras. É preciso ressaltar o resgate do orgulho e da auto-estima do carioca. No plano municipal, ficou claro que não dá para avançar sem entendimento com o Governo do Estado", explica o parlamentar, do mesmo partido que o governador e o prefeito.

"Eduardo Paes e Sérgio Cabral dialogam, interagem, pensam a cidade como um todo. Se esse trabalho continuar dando frutos, em 2014 o governador não apenas faz seu sucessor, como se credencia para vôos mais altos", completa Brazão, que não partilha da opinião feita por Clarissa Garotinho: "Hoje, atos administrativos das três esferas do poder estão à disposição do público o tempo inteiro. No Legislativo, não existe ruído de comunicação com o governador. Prova disso é o atendimento às emendas orçamentárias feitas pelos deputados, inclusive os de oposição, que foram atendidas".

Citando as Unidades de Polícia Pacificadora, o parlamentar avalia que o governo de Sérgio Cabral funciona graças à habilidade política: "Este talvez seja o grande mérito dele. Ele sabe que não dá para fazer tudo sozinho, e por isso busca o entendimento. Politicamente, Cabral construiu uma aliança sólida com o governo federal, tirando o Rio do isolamento e trazendo investimentos que hoje geram emprego e renda. Com as UPPs, a segurança, antes principal preocupação do cidadão fluminense, resgatou a dignidade e unificou uma cidade partida", explica Domingos Brazão, que ainda defende a atuação do governador fluminense na discussão sobre a divisão dos royalties do petróleo, situação que vem dividindo estados produtores (caso do Rio de Janeiro) e os não-produtores.



Escrito por José Mendes às 20h15
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Os bicheiros devem estar roubando mesmo, avestruz, avestruz, avestruz... Toda hora, todo dia...



Escrito por José Mendes às 20h56
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O ZERO UM...

O comandante do 7º BPM (São Gonçalo), tenente-coronel Djalma Beltrami, talvez não seja o zero um. E se for o Delegado...



Escrito por José Mendes às 20h53
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Os ministros estão dando um show de roubalheira. Parece que na hora dos partidos indicarem um de seus membros para algum ministério, escolhem o mais ladrão. Toda hora um ministro é afastado sob suspeitas, e o pior é que o dinheiro roubado nunca mais aparece!



Escrito por José Mendes às 20h54
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Senado aprova em 1º turno prorrogar gastos da União até 2015

MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

Em meio a intensas negociações com aliados e sob protesto da oposição, o governo conseguiu avançar nesta quinta-feira (8) no Senado com a emenda constitucional que prorroga a DRU (Desvinculação das Receitas da União) até 2015.

Os senadores aprovaram, em primeiro turno, o texto que renova esse mecanismo, permitindo que o governo gaste como quiser 20% de suas receitas. A DRU perde a validade no dia 31 de dezembro e o governo corre contra o tempo para aprova a prorrogação antes do dia 23, quando começa o recesso parlamentar.

Como se trata de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), o texto terá que passar por mais uma votação no plenário da Casa. Se aprovada, será promulgada pelo Congresso. Os governistas esperam concluir a votação do texto no dia 20 de dezembro.

Na votação de hoje, foram 59 votos favoráveis e 12 contrários a prorrogação.

Todas as emendas à proposta articuladas pela oposição não foram apresentadas. O governo pressionou os aliados a retirarem assinaturas --eram necessárias 27. Pelo menos seis governistas, recuaram, entre eles Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Cristovam Buarque (PDT-DF), Paulo Davim (PV-RN).

O Palácio do Planalto considera a extensão do prazo essencial, pois desbloqueará cerca de R$ 62,4 bilhões. O dinheiro, segundo o governo, deve contribuir para a meta do superavit primário de 2012, prevista em R$ 71,4 bilhões.

Outro argumento do governo é que esse mecanismo é importante para combater à crise econômica internacional.

Para conquistar os senadores, nos últimos dias foram intensificados o ritmo de liberação de verbas parlamentares, a indicação de cargos e pendências estaduais. O líder do governo, Romero Jucá (RR), nega a pressão. "Não há tratoraço. O governo conversou e explicou aos senadores a importância desse instrumento."

A DRU foi instituída em 1994 com o Plano Real e autoriza o Executivo que se contorne o direcionamento obrigatório de parte dos recursos do orçamento.

PSDB, DEM e PSOL argumentam que a desvinculação não é mais necessária diante da estabilização da economia.

"Não podemos dar um cheque em branco ao governo", disse o líder do PSDB, Alvaro Dias (PR).

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), fez questão de discursar em defesa da manutenção da DRU. Reforçando os argumentos do governo, ele disse classificou o mecanismo como uma "vacina" importante para combater a crise econômica que é "mundial, singular".

"Esse [prorrogação da DRU] é um tema que não pode dividir ninguém." E completou: "O Brasil não está imune a essa crise".



Escrito por José Mendes às 21h30
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E a viúva do milionário da mega sena assassinado em Rio Bonito tá curtindo a vida numa boa... Êta justição bom sô!



Escrito por José Mendes às 21h23
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PRECONCEITO GENEROSO...

Os gays promovem grandes manifestações públicas pedindo o fim do preconceito e da discriminação e a igualdade de oportunidades. Aí vem o autor da novela Fina Estampa, que passa no horário nobre da Rede Globo, Agnaldo Silva e cria um personagem chamado Crodoaldo Valério o "Crô"... Não estou dizendo que todo gay é santo, são pessoas que assim como os heteros possuem defeitos e qualidades, mas neste momento em que esta minoria anda sendo espancada e assassinada, as pessoas que trabalham com comunicação deveriam ter mais cuidado ao expôr um personagem gay. Colocar na TV um sujeito de caráter duvidoso só pra dizer que tem um personagem gay na novela das oito é no minímo um preconceito generoso.

Outra coisa é a ótima interpretação do ator Marcelo Serrado, o cara é muito bom, e já é um dos grandes nomes do teatro e da TV a muito tempo, tomará que este ano fature alguns prêmios pelo seu excelênte trabalho. 



Escrito por José Mendes às 15h31
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